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“A hora e a vez do veículo elétrico no Brasil”

Artigo do presidente da ABVE, Adalberto Felicio Maluf Filho, MSc no caderno de mobilidade do Estadão.

“”O fechamento das fábricas da Ford jogou luz sobre o futuro do setor automotivo e as políticas de subsídios, uma reflexão cada vez mais importante a ser feita em função das mudanças nos setores automotivo e de energia pelo mundo.
É notório que nosso sistema tributário é complexo e que, muitas vezes, os ‘subsídios’ são medidas para reduzir distorções de um sistema ineficiente. No Brasil, ainda incentivamos tecnologias ultrapassadas, baseadas em combustíveis fósseis e em veículos com baixa tecnologia. Mas será que vale a pena?”

Leia o artigo completo no link do Estadão.

Ou baixe o PDF Transição energética no setor automotivo.

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e-Bus Radar põe os ônibus elétricos no mapa

Governos locais e nacionais da América Latina têm uma nova ferramenta para atingir suas metas de transporte público limpo e sustentável: a plataforma e-Bus Radar.

É um instrumento para monitorar e promover os ônibus elétricos, contribuindo para torná-los viáveis nas áreas urbanas.

Os objetivos da plataforma são:

1-Monitorar e georreferenciar as frotas de ônibus elétricos em operação na América Latina;
2-Promover a transparência de dados;
3-Quantificar as emissões de gás carbônico (CO2) evitadas por ano, por meio da operação desses veículos.

A nova versão da e-Bus Radar apresenta dados sobre os sistemas de transporte público sustentável já em funcionamento em setembro de 2020.

A plataforma recobre todas as cidades e regiões metropolitanas latino-americanas que já contam com ônibus elétricos em suas frotas.

Por que ônibus elétricos?

A grande maioria dos ônibus em circulação na América Latina é movida a diesel, com tecnologias obsoletas e altamente poluentes.

A ampliação da frota de ônibus elétricos nas cidades latino-americanas é chave para o futuro do transporte na região e para mitigar as emissões globais de gases do efeito estufa.

A plataforma e-Bus Radar tem importante papel para assegurar transparência de dados, monitoramento e divulgação das vantagens ambientais e econômicas dos ônibus elétricos.

Foi desenvolvida graças a uma colaboração entre diversas instituições reconhecidas nas áreas de  meio ambiente, mobilidade e qualidade de vida urbana.

Entre elas, o Laboratório de Mobilidade Sustentável (LabMob), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pelo desenvolvimento da plataforma.

Outras organizações parceiras são: Zero Emission Bus Rapid-Deployment Accelerator (Zebra), C40 Cities (C40), International Council on Clean Transportation (ICCT) e Partnering for Green Growth and the Global Goals 2030 (P4G).

O projeto também teve a colaboração do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) e apoio do Instituto Clima e Sociedade (ICS).

Conheça o projeto completo da plataforma e-Bus Radar

Plataforma E-Bus Radar – estatísticas e informações – dezembro de 2020

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Especialistas debatem desafios da mobilidade elétrica no Brasil

 Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica acontece entre os dias 16 e 19 de novembro. Especialistas do setor público e privado participam dos quatro dias do evento.

Pauta fundamental para o desenvolvimento sustentável do país, a Mobilidade Elétrica tem reflexos imediatos e importantes nos indicadores de saúde e emprego, por exemplo. De acordo com o estudo Uma Nova Economia para uma Nova Era: Elementos para a Construção de uma Economia Mais Eficiente e Resiliente para o Brasil, a implementação de ações de economia verde específicas para determinados setores produtivos pode incrementar, até 2030, R$ 2,8 trilhões à economia do país, além de dois milhões de empregos. O estudo é liderado pelo WRI Brasil e pela New Climate Economy.

Nesse sentido e considerando que o Brasil precisa reduzir em 43% as emissões de gases de efeito estufa até 2030, conforme o compromisso firmado, em 2016, no Acordo de Paris da Convenção de Clima da ONU (Organização das Nações Unidas), especialistas nacionais e internacionais participam da 1ª Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica, que será realizada entre os dias 16 e 19 de novembro de 2020. A iniciativa acontece em formato 100% digital e debaterá o tema com profundidade. Inscrições gratuitas em: https://evento.pnme.org.br/inscricao/

O evento faz parte das ações da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME), iniciativa lançada em 2020 e que agrega mais de 30 instituições da indústria, poder público, sociedade civil e academia, tendo o papel de fomentar o desenvolvimento do setor no país.

O coordenador de projeto da GIZ e coordenador-executivo da PNME, Marcus Regis, destaca que o evento conta com a participação dos principais atores no país com envolvimento na pauta, além de representantes de entidades, governos  e empresas internacionais que, sem dúvida, irão abordar os melhores caminhos para o Brasil tornar realidade a implementação de políticas  públicas para a mobilidade elétrica.

“A semana da mobilidade elétrica faz parte das ações em prol da meta para o Brasil reduzir os seus índices de gases poluentes, visto que para tornar possível esse objetivo precisamos do trabalho e envolvimento de todo o ecossistema, principalmente do setor de transportes. A implementação de políticas com esse propósito é urgente e fundamental para a retomada econômica no contexto mundial, ou seja, essas ações precisam levar em conta um futuro com carbono neutro. Dessa forma, entendemos que a 1ª Conferência da PNME será uma importante contribuição para essa mudança de cenário, com debates técnicos e apresentação de estudos”, disse.

PROGRAMAÇÃO

A programação do evento contempla temas como: Governança e cooperação para a Mobilidade Elétrica no Brasil; A Mobilidade Elétrica como tema fundamental para a sustentabilidade econômica e ambiental no Brasil; Desafios brasileiros para a implantação da Mobilidade Elétrica; e Ações concretas para promover a Mobilidade Elétrica no Brasil.

A programação completa está disponível em: https://evento.pnme.org.br/programacao/

 PALESTRANTES CONFIRMADOS 

Marcus Regis, coordenador de projeto da GIZ e coordenador-executivo da PNME; Marcel Martin, coordenador do portfólio de Transportes no iCS (Instituto Clima e Sociedade) e coordenador-executivo da PNME; Jens Giersdorf, diretor de projeto na GIZ; Ana Toni, diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade (ICS); Fernando Araldi, analista de Infraestrutura do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR); Cristina Albuquerque, gerente de Mobilidade Urbana do WRI Brasil (World Resources Institute); Valter Luiz Knihs, diretor de Sistemas e Mobilidade Elétrica da WEG Equipamentos Elétricos;  Edgar Barassa, empreendedor e pesquisador da Barassa & Cruz Consulting (BCC); Pedro de Paula, diretor da Vital Strategies Brasil;  Janayna Bhering, gerente de Negócios e Parcerias da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP).

E:  Guillermo Madrid, Project Officer da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD); Tais Fonseca de Medeiros, especialista em Transporte Urbano do Banco Mundial;  Anie Amicci, gerente de Mobilidade Urbana do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES); Ana Jayme, assessora de Investimentos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC); Rodrigo Tortoriello, presidente do Fórum de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana; Sergio Avelleda, Urban Mobility Director do WRI – World Resources Institute; Beatriz Rodrigues, coordenadora de Transporte Público do Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento (ITDP Brasil); Victor Andrade, coordenador do Laboratório de Mobilidade Sustentável (LABMOB-UFRJ);  Daniel Guth, diretor executivo da Aliança Bike; Flavia Consoni, professora da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Além de: Kelly Fernandes, analista em mobilidade urbana no Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC); Roberta Knopki, assessora técnica da GIZ; Janayna Bhering, gerente de Negócios e Parcerias da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP); Camila Gramkow, oficial de Assuntos Econômicos da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL);  Carolina E. Genin, diretora de clima do WRI Brasil – World Resources Institute Brasil; Bianca Macêdo, engenheira de Transportes da Prefeitura de Fortaleza; Ricardo Zomer, coordenador na Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação, Ministério da Economia; Monica Araya, Transport Lead na Climate Champions; Ilan Cuperstein, vice-diretor regional para a América Latina na C40; entre outros especialistas.

DADOS DO SETOR

De acordo com dados do WRI Brasil, estima-se que a poluição do ar nas principais regiões metropolitanas e capitais, no Brasil, esteja ligada a cerca de 20,5 mil mortes ao ano em decorrência de doenças cardiovasculares e respiratórias e seja responsável, ainda, por 5,2% das internações de crianças e 8,3% de adultos (por doenças respiratórias). Já o custo anual aproximado em hospitalizações e ausências no trabalho chega a R$ 30 milhões, em função do impacto de cerca de 130 mil casos de faltas ao trabalho por doenças associadas à poluição.

SOBRE O TRABALHO DA PLATAFORMA NACIONAL DE MOBILIDADE ELÉTRICA (PNME)

A PNME começou a partir de um diagnóstico elaborado no segundo semestre de 2019, tendo o seu início oficial em fevereiro de 2020. A liderança e o planejamento estratégico são feitos por um Conselho Gestor, formado por um grupo de instituições que incluem órgãos governamentais, agências, indústria e sociedade civil. O Secretariado-Geral, sob coordenação do Ministério Alemão de Cooperação Econômica e para Desenvolvimento, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, juntamente com o iCS (Instituto Clima e Sociedade), é responsável pela gestão da plataforma e organização das atividades.

Para Marcel Martin, coordenador do portfólio de Transportes no iCS e coordenador-executivo da PNME, a falta de competitividade é um fator que ainda dificulta o crescimento da eletrificação no mercado brasileiro. “Temos o desafio aqui de mudar a lógica do mercado. Em outros países as montadoras já estão olhando para esse futuro, mas aqui a discussão é tímida. Precisamos focar na transição do veículo movido por combustíveis fósseis para o de zero emissões. O Brasil tem que olhar para a economia do futuro, que com certeza não é baseada nos veículos movidos a combustíveis fósseis”, completou.

SERVIÇO

1ª Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica

Data: dias 16, 17, 18 e 19 de novembro de 2020 (segunda a quinta)

Formato: 100% digital

Inscrições gratuitas: https://evento.pnme.org.br/inscricao/

Promoção: Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica – PNME

Organização: Necta – www.nectainova.com.br

Mais informações: https://evento.pnme.org.br/

O credenciamento imprensa está disponível em: https://evento.pnme.org.br/credenciamento-imprensa/

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ABVE lamenta morte da ciclista Marina Harkot e pede mais segurança

Para Associação Brasileira do Veículo Elétrico, responsabilidade no trânsito é tarefa de todos

A morte trágica da cicloativista Marina Harkot no último dia 8/11, numa conhecida avenida de São Paulo, reabre o debate sobre os perigos do trânsito nas cidades brasileiras, especialmente para os modais de transporte mais vulneráveis a acidentes.

Para a Associação Brasileira do Veículo Elétrico, os futuros prefeitos devem dar clara prioridade tanto à segurança dos pedestres quanto dos usuários de veículos levíssimos, como bicicletas, e-bikes, monociclos, patinetes, motocicletas e scooters.

A ABVE defende investimentos em sinalização, iluminação e fiscalização de avenidas, ciclovias e ciclofaixas, mas acima de tudo apoia enfaticamente programas de educação de trânsito para todos os modais de transporte. Esse tema deveria estar no topo da agenda dos candidatos nesta eleição.

IMPRUDÊNCIA

Cabe registrar que, na mesma semana em que Marina foi a vítima indefesa de um motorista de automóvel provavelmente negligente e omisso, começou a circular nas redes sociais um vídeo em que um condutor de monociclo elétrico exibia-se em manobras arriscadas e sem equipamentos de proteção, na Marginal Pinheiros, até desabar no asfalto e quase ser atropelado.

Esse incidente impõe uma reflexão: se as cidades brasileiras podem ser mortais até para os ciclistas mais conscientes e cautelosos, como era o caso de Marina Harkot, não pode haver tolerância com a imprudência por parte dos usuários de veículos levíssimos, que são os maiores interessados na segurança no trânsito.

Não há veículos perigosos em si mesmos; há, sim, infraestrutura de trânsito deficiente e condutores imprudentes. Há os deveres das autoridades e há os deveres de cada motorista. Caminham juntos.

Para a ABVE, é preciso romper com a lógica da violência e do risco impune nas ruas e avenidas– mas essa é uma tarefa de todos. Criar cidades mais amigáveis é obrigação do Poder Público, mas também de cada condutor de veículo de transporte e de todos os cidadãos.

São Paulo, 11 de novembro de 2020

Rui Almeida
Márcio Canzian
Diretoria de Veículos Levíssimos da Associação Brasileira do Veículo Elétrico

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ABVE e Instituto de Engenharia: parceria pela eletromobilidade

A ABVE e o Instituto de Engenharia (IE) assinaram acordo para desenvolver uma série de debates sobre eletromobilidade e mobilidade urbana.

O acordo consolida a parceria entre a entidade representativa de toda a cadeia produtiva da mobilidade elétrica no Brasil e o IE, que reúne os mais qualificados profissionais e especialistas em transporte público, desenvolvimento urbano e qualidade de vida nas metrópoles brasileiras.

O acordo foi firmado no dia 28/7/20, pelo presidente da ABVE, Adalberto Maluf, e o presidente do Instituto de Engenharia, Eduardo Lafraia, numa solenidade digital com a participação de diretores das duas entidades.

“Estamos orgulhosos de colaborar com uma organização com a credibilidade e a tradição de competência técnica do Instituto de Engenharia” – disse Adalberto Maluf, presidente da ABVE.

“Neste grave momento de incertezas, a atuação das duas entidades qualificará o debate nacional sobre o futuro do transporte no Brasil e da mobilidade nas cidades brasileiras num cenário pós-pandemia”

O presidente do IE, Eduardo Lafraia, destacou a atuação centenária do Instituto frente às questões em prol do desenvolvimento do Brasil, sempre de forma isenta.

“Essa parceria reforça o nosso comprometimento e a preocupação com esses temas de extrema importância para a população brasileira. Precisamos discutir, e muito, a mobilidade urbana e maneiras de melhorar os modais de transporte em nosso País”.

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Natalini cobra implementação da lei dos ônibus de São Paulo

O vereador Gilberto Natalini (PV-SP) voltou a cobrar da Prefeitura de São Paulo a implementação da Lei 16.802/2018, que determina a conversão dos ônibus a diesel para veículos de baixa emissão.

Ele encaminhou ofício à secretária municipal de Mobilidade e Transportes, Elisabete França, a rápida aplicação da lei de sua autoria, aprovada pela Câmara Municipal no final de 2017.

De acordo com o médico especialista em patologia e saúde ambiental Paulo Saldiva, morrem todos os anos, em torno de cinco mil pessoas por conta da poluição do ar na cidade de São Paulo.

Os veículos pesados, entre eles os ônibus da frota municipal, mesmo sendo apenas 5% da frota do município, são responsáveis por cerca de metade da poluição do ar da cidade, diz Natalini.

Ele lembrou que o cronograma de redução de emissões de poluentes da frota municipal de ônibus, previsto no art. 50 da Política Municipal da Mudança do Clima -PMMC (14.933/09) não foi cumprido, dez anos depois de ter sido promulgado.

Por isso, em 2017, apresentou com outros vereadores um substitutivo ao PL 300/2017, com amplo apoio da sociedade e da ABVE.

Este substitutivo  – que se transformou na Lei 16.802/2018 – estabeleceu um novo cronograma de redução de emissões de poluentes atmosféricos para a frota municipal de ônibus.

O Projeto de Lei foi aprovado em 14 de dezembro de 2017 em plenário, e sancionado pelo então prefeito João Doria, passando a vigorar a partir de 17 de janeiro de 2018.

Adicionalmente, o decreto n° 58.323, de 16 de julho de 2018, definiu as competências, a composição e o funcionamento do Comitê Gestor do Programa de Acompanhamento da Substituição de Frota por Alternativas Mais Limpas (Comfrota-SP).

No entanto, até o meio de 2020, passados mais de dois anos após a promulgação da Lei 16.802/2018, os ônibus novos que entraram no sistema de transporte público municipal continuaram sendo veículos convencionais movidos a diesel, e não veículos elétricos ou híbridos de baixa emissão.

A única exceção foi a frota experimental de 15 ônibus elétricos que foram colocados em operação comercial na cidade para teste.

“É como se a nova legislação ambiental sobre corte de poluentes no transporte simplesmente não estivesse em vigor” – criticou Natalini.

“Isso ocorreu apesar da licitação em curso, lançada pela Prefeitura Municipal para a renovação das frotas, expressamente apoiar as metas ambientais prevista na nova Lei”.

O cumprimento da lei é fundamental para a saúde e o meio ambiente da cidade, uma vez que, prevê a diminuição, até 2028, de 90% da poluição por material particulado e 50% da redução dos gases de efeito estufa emitidos pelos ônibus da frota municipal.

Até 2037, o corte previsto na lei deve chegar a a 95% do material particulado e a 100 % dos gases de efeito estufa.

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