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Líder em locação, Unidas firma parceria com a ABVE

Com mais de 200 veículos, locadora tem a maior frota eletrificada do país;

Cerca de 93% da frota da Unidas é de veículos com motor flex – que emite 111% menos poluentes em relação a gasolina.

A Unidas, líder no mercado de terceirização de frotas e a segunda maior locadora de automóveis do Brasil, celebra a sua parceria com a Associação Brasileira de Veículo Elétricos (ABVE), entidade de apoio ao transporte eficiente e desenvolvimento do mercado de veículos eletrificados no Brasil. A iniciativa integra a série de ações do Programa Unidas Electrics, que ajuda empresas a alcançar a sustentabilidade e a reduzir custos com uma solução completa de aluguel de veículos eletrificados.

A Unidas tem a sustentabilidade como sendo um de seus pilares e, atualmente, é a maior locadora do país em quantidade de veículos eletrificados em sua frota: são 200 veículos ativos disponíveis no catálogo e planos de ampliação da frota. Por fim, 93% da sua frota é composta por veículos flex — o etanol emite 111 vezes menos gases de efeito estufa por quilômetro rodado em relação à gasolina. A Unidas é parceira ainda da EDP, empresa responsável pela criação de uma infraestrutura de abastecimento e manutenção de recarga para veículos elétricos no país. As opções de veículos eletrificados estão disponíveis nas locações regulares — Rent a Car (RAC), no Unidas Livre, o plano de locação por assinatura da Unidas, e para as frotas corporativas.

“O segmento de veículos eletrificados está crescendo em todo o mundo. A Unidas sempre foi inovadora e optamos por assumir o protagonismo em oferecer esses veículos ao mercado, incentivando a demanda e proporcionando aos clientes B2B e B2C uma experiência diferenciada. Existe um movimento global de fortalecimento empresarial das práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), o que vem resultando no crescimento da demanda por veículos eletrificados”, afirma Breno Davis Campolina, head de frotas da Unidas.”

A ABVE é uma entidade que apoia o desenvolvimento de mercado de veículos elétricos no Brasil, promovendo o transporte limpo e eficiente de pessoas e de carga em benefício do bem-estar da população e do meio ambiente. Além de defender ações voltadas ao público interessado em veículos elétricos, por meio de exposições e carreatas de veículos elétricos, ela atua em diferentes frentes que permitam ampliar e desenvolver o ecossistema do transporte limpo e sustentável no Brasil, defendendo sobretudo políticas de incentivo à eletromobilidade no Brasil, nos níveis federal, estadual e municipal. Desenvolve ainda um intenso trabalho de divulgação e comunicação institucional da agenda da eletromobilidade entre os formadores de opinião no país e na mídia em geral.

“Para a ABVE, é um privilégio ter a Unidas em seu quadro de associados. A ABVE é uma associação que representa toda a cadeia dos veículos eletrificados no Brasil, um setor que cresce muito a nível global e que traz novos modelos de mobilidade para as cidades mais sustentáveis” – diz o presidente da ABVE, Adalberto Maluf.

“A chegada da Unidas à ABVE será muito importante para a defesa do transporte limpo e das novas tecnologias que serão a base das indústrias e dos empregos do futuro em nosso país. Ela reforça a nossa convicção de que a eletromobilidade é um processo irreversível também no Brasil”.

Sobre a Unidas

 Com mais de 35 anos de atuação no país, a Unidas é a líder no mercado de terceirização de frotas e a segunda maior locadora de automóveis do Brasil. A Unidas opera com uma frota de mais de 164 mil veículos e mais de 370 lojas em todo o Brasil, atendendo a 3 milhões de clientes no segmento de aluguel de carros e cerca de 2 mil clientes corporativos em terceirização de frotas. A Unidas tem hoje mais de 4.000 colaboradores e é reconhecida como a melhor locadora de carros do Brasil pelo ranking MESC; possui certificado RA 1000 do Reclame Aqui; e é considerada a 11ª melhor grande empresa para se trabalhar na América Latina no ranking Great Place do Work. Mais informações no site oficial da companhia.

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Prefeitura inaugura Centro de Inovação Verde Bruno Covas

Foi inaugurado hoje o Hub Green Sampa, Centro de Inovação Verde Bruno Covas, o primeiro centro de iniciativas verdes da cidade.

O espaço tem como objetivo apoiar, acelerar e promover startups que contam com soluções inovadoras para estimular o desenvolvimento sustentável da capital.

O presidente da ABVE, Adalberto Maluf, participou do evento reforçando o papel da ABVE em boas iniciativas para a melhor qualidade de vida em São Paulo, trabalhando em todos os fronts para que a mobilidade urbana seja mais uma das ações importantes para melhorar o ar e a qualidade de vida das cidades. A promoção de veículos eletrificados, como tem sido adotada no mundo inteiro, ganha também espaço em São Paulo para seu desenvolvimento.

Conheça os objetivos do Hub Green Sampa, no vídeo do lançamento:

 

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Hub Green Sampa apoiará start-ups de sustentabilidade

Você já conhece o Hub Green Sampa, o primeiro centro de iniciativas verdes da cidade?

O espaço será inaugurado nos próximos dias e tem como objetivo apoiar, acelerar e promover start-ups que contam com soluções inovadoras para estimular o desenvolvimento sustentável da capital.

Em anexo segue uma apresentação da iniciativa, com detalhes sobre sua infraestrutura e propósitos.

Hub Green Sampa

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Nissan Leaf recebe prêmio nos Estados Unidos

Quando a maioria das pessoas que estão comprando um carro novo pensa em “valor”, normalmente elas deixam de levar em conta um item importante no cálculo: o custo de propriedade.

Nos últimos 10 anos, nos Estados Unidos, o site KBB.com tem ajudado os compradores de carros novos a considerar a depreciação, custos com combustível, manutenção e outros fatores em sua premiação ‘Melhor Valor de Revenda e Custo de Propriedade em 5 Anos’ (5-Year Cost to Own Awards), que na edição 2021 inclui o 100% elétrico Nissan LEAF. E o LEAF acaba de vencer a categoria Veículo Elétrico da premiação pelo quarto ano consecutivo nos Estados Unidos.

“Escolher um carro com baixo custo de propriedade pode ajudar os compradores a economizar uma quantia considerável de dinheiro com o passar do tempo – muitas vezes esse valor chega a várias centenas e até mesmo milhares de dólares. Por isso, vale a pena pesquisar detalhes do custo de propriedade de qualquer carro novo que esteja na sua lista de possibilidades”, disse Eric Ibara, diretor de valores residuais na Kelley Blue Book.

O Nissan LEAF, que é comercializado também no Brasil, é um ícone global e um dos carros elétricos mais vendidos do mundo e incorpora os pilares da visão Nissan Intelligent Mobility, que tem como objetivo transformar a maneira como os carros são conduzidos, impulsionados e integrados à sociedade. O modelo conta com um e-powertrain que oferece grande eficiência energética por meio baterias de íon-lítio de 40 kWh. O conjunto oferece um desempenho estimulante ao entregar potência equivalente a 149 cavalos (110 kW) e torque de 32,6 kgfm (26% maior). É desempenho com emissão zero.

Tudo isso com uma economia significativa com recarga/abastecimento. Em um levantamento da Nissan do Brasil com dados médios de mercado para o custo do litro de gasolina e do quilowatt-hora (kWh), a redução de custos de recarga/abastecimento pode chegar a 75% ao se rodar com um Nissan LEAF em comparação com um automóvel de tamanho similar com motor a combustão.

Nissan LEAF

O modelo 100% elétrico da Nissan já tem mais de 500 mil unidades vendidas em todo o mundo. A atual geração, a segunda do modelo, é comercializada no Brasil desde 2019. Seguindo o conceito da visão Nissan Intelligent Mobility, e graças à excelente autonomia e a sistemas inovadores, o Nissan LEAF fortalece o sucesso da Nissan em veículos elétricos e promove a expansão do segmento globalmente. O modelo é produzido em três países, de três continentes diferentes, e é comercializado em mais de 50 mercados pelo mundo.

O Nissan LEAF está equipado com um conjunto de tecnologias avançadas. Ele conta, por exemplo, com o inovador e-Pedal, que permite o condutor simplificar movimentos na hora de acelerar, desacelerar e parar o carro, pois pode utilizar somente o pedal do acelerador para todas essas ações – algo revolucionário e que representa uma nova maneira de dirigir. Já para assegurar a segurança dos ocupantes, o modelo vem com o Nissan Intelligent Safety Shield. Esse “escudo inteligente de segurança” integra sistemas como: Alerta Inteligente de Mudança de Faixa, Sistema Inteligente de Prevenção de Mudança de Faixa, Assistente Inteligente de Frenagem de Emergência, Controle Inteligente de Velocidade, Sistema de Advertência de Ponto Cego, Visão 360° Inteligente com Detector de Movimento, Alerta Inteligente de Atenção do Motorista, Sistema de Monitoramento de Pressão dos Pneus e Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro.

Disponível em sete concessionárias da marca japonesa em cinco estados e no Distrito Federal, o Nissan LEAF é um dos carros elétricos com a maior frota circulante em solo brasileiro e no ano fiscal 2020 (abril de 2020 a março de 2021) alcançou 18% de participação no segmento de carros elétricos, que conta com veículos de sete marcas diferentes no país.

Sobre a Kelley Blue Book (www.kbb.com)
Fundada em 1926, a Kelley Blue Book, The Trusted Resource®, é a fonte de informações e avaliações de veículos que conta com a confiança tanto dos consumidores como da indústria automotiva. Semanalmente, a empresa oferece avaliações baseadas no mercado em seu conceituadíssimo site KBB.com, incluindo o famoso Blue Book®Trade-In Values e a ferramenta Kelley Blue Book® Price Advisor, que mostra uma faixa razoável de preços que os consumidores podem esperar pagar por um veículo em sua região. Os proprietários de veículos que desejem fazer uma venda instantânea também podem obter uma oferta resgatável e imediatamente disponível para efetivação por meio da opção Kelley Blue Book℠ Instant Cash Offer. A empresa também oferece cotações e avaliações de veículos por meio de vários produtos e serviços disponíveis a concessionários, montadoras de automóveis, companhias de financiamento e seguradoras, além de órgãos públicos. A Kelley Blue Book é uma marca da Cox Automotive.

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Startup Mobye realiza parceria com Yellow e Grin

A Startup Mobye realizou parceria com os gigantes do mercado de mobilidade elétrica, Yellow e Grin, e, com isso, detém 10 mil ativos para ampliar o segmento da micromobilidade, com bicicletas e patinetes elétricos. O âmago é o Estado de São Paulo, mas, a empresa vislumbra alcançar toda a América Latina.

Por meio desta parceria, uma das metas da Mobye é atrair as empresas de delivery com os patinetes elétricos customizados. Estas empresas podem montar a própria frota, mesmo que em pequena escala, e fazer as entregas com uma diminuição nos custos logísticos e, ainda, com a contribuição para que as cidades tornem-se mais sustentáveis.

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“A hora e a vez do veículo elétrico no Brasil”

Artigo do presidente da ABVE, Adalberto Felicio Maluf Filho, MSc no caderno de mobilidade do Estadão.

“”O fechamento das fábricas da Ford jogou luz sobre o futuro do setor automotivo e as políticas de subsídios, uma reflexão cada vez mais importante a ser feita em função das mudanças nos setores automotivo e de energia pelo mundo.
É notório que nosso sistema tributário é complexo e que, muitas vezes, os ‘subsídios’ são medidas para reduzir distorções de um sistema ineficiente. No Brasil, ainda incentivamos tecnologias ultrapassadas, baseadas em combustíveis fósseis e em veículos com baixa tecnologia. Mas será que vale a pena?”

Leia o artigo completo no link do Estadão.

Ou baixe o PDF Transição energética no setor automotivo.

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e-Bus Radar põe os ônibus elétricos no mapa

Governos locais e nacionais da América Latina têm uma nova ferramenta para atingir suas metas de transporte público limpo e sustentável: a plataforma e-Bus Radar.

É um instrumento para monitorar e promover os ônibus elétricos, contribuindo para torná-los viáveis nas áreas urbanas.

Os objetivos da plataforma são:

1-Monitorar e georreferenciar as frotas de ônibus elétricos em operação na América Latina;
2-Promover a transparência de dados;
3-Quantificar as emissões de gás carbônico (CO2) evitadas por ano, por meio da operação desses veículos.

A nova versão da e-Bus Radar apresenta dados sobre os sistemas de transporte público sustentável já em funcionamento em setembro de 2020.

A plataforma recobre todas as cidades e regiões metropolitanas latino-americanas que já contam com ônibus elétricos em suas frotas.

Por que ônibus elétricos?

A grande maioria dos ônibus em circulação na América Latina é movida a diesel, com tecnologias obsoletas e altamente poluentes.

A ampliação da frota de ônibus elétricos nas cidades latino-americanas é chave para o futuro do transporte na região e para mitigar as emissões globais de gases do efeito estufa.

A plataforma e-Bus Radar tem importante papel para assegurar transparência de dados, monitoramento e divulgação das vantagens ambientais e econômicas dos ônibus elétricos.

Foi desenvolvida graças a uma colaboração entre diversas instituições reconhecidas nas áreas de  meio ambiente, mobilidade e qualidade de vida urbana.

Entre elas, o Laboratório de Mobilidade Sustentável (LabMob), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pelo desenvolvimento da plataforma.

Outras organizações parceiras são: Zero Emission Bus Rapid-Deployment Accelerator (Zebra), C40 Cities (C40), International Council on Clean Transportation (ICCT) e Partnering for Green Growth and the Global Goals 2030 (P4G).

O projeto também teve a colaboração do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) e apoio do Instituto Clima e Sociedade (ICS).

Conheça o projeto completo da plataforma e-Bus Radar

Plataforma E-Bus Radar – estatísticas e informações – dezembro de 2020

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Especialistas debatem desafios da mobilidade elétrica no Brasil

 Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica acontece entre os dias 16 e 19 de novembro. Especialistas do setor público e privado participam dos quatro dias do evento.

Pauta fundamental para o desenvolvimento sustentável do país, a Mobilidade Elétrica tem reflexos imediatos e importantes nos indicadores de saúde e emprego, por exemplo. De acordo com o estudo Uma Nova Economia para uma Nova Era: Elementos para a Construção de uma Economia Mais Eficiente e Resiliente para o Brasil, a implementação de ações de economia verde específicas para determinados setores produtivos pode incrementar, até 2030, R$ 2,8 trilhões à economia do país, além de dois milhões de empregos. O estudo é liderado pelo WRI Brasil e pela New Climate Economy.

Nesse sentido e considerando que o Brasil precisa reduzir em 43% as emissões de gases de efeito estufa até 2030, conforme o compromisso firmado, em 2016, no Acordo de Paris da Convenção de Clima da ONU (Organização das Nações Unidas), especialistas nacionais e internacionais participam da 1ª Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica, que será realizada entre os dias 16 e 19 de novembro de 2020. A iniciativa acontece em formato 100% digital e debaterá o tema com profundidade. Inscrições gratuitas em: https://evento.pnme.org.br/inscricao/

O evento faz parte das ações da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME), iniciativa lançada em 2020 e que agrega mais de 30 instituições da indústria, poder público, sociedade civil e academia, tendo o papel de fomentar o desenvolvimento do setor no país.

O coordenador de projeto da GIZ e coordenador-executivo da PNME, Marcus Regis, destaca que o evento conta com a participação dos principais atores no país com envolvimento na pauta, além de representantes de entidades, governos  e empresas internacionais que, sem dúvida, irão abordar os melhores caminhos para o Brasil tornar realidade a implementação de políticas  públicas para a mobilidade elétrica.

“A semana da mobilidade elétrica faz parte das ações em prol da meta para o Brasil reduzir os seus índices de gases poluentes, visto que para tornar possível esse objetivo precisamos do trabalho e envolvimento de todo o ecossistema, principalmente do setor de transportes. A implementação de políticas com esse propósito é urgente e fundamental para a retomada econômica no contexto mundial, ou seja, essas ações precisam levar em conta um futuro com carbono neutro. Dessa forma, entendemos que a 1ª Conferência da PNME será uma importante contribuição para essa mudança de cenário, com debates técnicos e apresentação de estudos”, disse.

PROGRAMAÇÃO

A programação do evento contempla temas como: Governança e cooperação para a Mobilidade Elétrica no Brasil; A Mobilidade Elétrica como tema fundamental para a sustentabilidade econômica e ambiental no Brasil; Desafios brasileiros para a implantação da Mobilidade Elétrica; e Ações concretas para promover a Mobilidade Elétrica no Brasil.

A programação completa está disponível em: https://evento.pnme.org.br/programacao/

 PALESTRANTES CONFIRMADOS 

Marcus Regis, coordenador de projeto da GIZ e coordenador-executivo da PNME; Marcel Martin, coordenador do portfólio de Transportes no iCS (Instituto Clima e Sociedade) e coordenador-executivo da PNME; Jens Giersdorf, diretor de projeto na GIZ; Ana Toni, diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade (ICS); Fernando Araldi, analista de Infraestrutura do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR); Cristina Albuquerque, gerente de Mobilidade Urbana do WRI Brasil (World Resources Institute); Valter Luiz Knihs, diretor de Sistemas e Mobilidade Elétrica da WEG Equipamentos Elétricos;  Edgar Barassa, empreendedor e pesquisador da Barassa & Cruz Consulting (BCC); Pedro de Paula, diretor da Vital Strategies Brasil;  Janayna Bhering, gerente de Negócios e Parcerias da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP).

E:  Guillermo Madrid, Project Officer da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD); Tais Fonseca de Medeiros, especialista em Transporte Urbano do Banco Mundial;  Anie Amicci, gerente de Mobilidade Urbana do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES); Ana Jayme, assessora de Investimentos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC); Rodrigo Tortoriello, presidente do Fórum de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana; Sergio Avelleda, Urban Mobility Director do WRI – World Resources Institute; Beatriz Rodrigues, coordenadora de Transporte Público do Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento (ITDP Brasil); Victor Andrade, coordenador do Laboratório de Mobilidade Sustentável (LABMOB-UFRJ);  Daniel Guth, diretor executivo da Aliança Bike; Flavia Consoni, professora da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Além de: Kelly Fernandes, analista em mobilidade urbana no Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC); Roberta Knopki, assessora técnica da GIZ; Janayna Bhering, gerente de Negócios e Parcerias da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP); Camila Gramkow, oficial de Assuntos Econômicos da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL);  Carolina E. Genin, diretora de clima do WRI Brasil – World Resources Institute Brasil; Bianca Macêdo, engenheira de Transportes da Prefeitura de Fortaleza; Ricardo Zomer, coordenador na Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação, Ministério da Economia; Monica Araya, Transport Lead na Climate Champions; Ilan Cuperstein, vice-diretor regional para a América Latina na C40; entre outros especialistas.

DADOS DO SETOR

De acordo com dados do WRI Brasil, estima-se que a poluição do ar nas principais regiões metropolitanas e capitais, no Brasil, esteja ligada a cerca de 20,5 mil mortes ao ano em decorrência de doenças cardiovasculares e respiratórias e seja responsável, ainda, por 5,2% das internações de crianças e 8,3% de adultos (por doenças respiratórias). Já o custo anual aproximado em hospitalizações e ausências no trabalho chega a R$ 30 milhões, em função do impacto de cerca de 130 mil casos de faltas ao trabalho por doenças associadas à poluição.

SOBRE O TRABALHO DA PLATAFORMA NACIONAL DE MOBILIDADE ELÉTRICA (PNME)

A PNME começou a partir de um diagnóstico elaborado no segundo semestre de 2019, tendo o seu início oficial em fevereiro de 2020. A liderança e o planejamento estratégico são feitos por um Conselho Gestor, formado por um grupo de instituições que incluem órgãos governamentais, agências, indústria e sociedade civil. O Secretariado-Geral, sob coordenação do Ministério Alemão de Cooperação Econômica e para Desenvolvimento, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, juntamente com o iCS (Instituto Clima e Sociedade), é responsável pela gestão da plataforma e organização das atividades.

Para Marcel Martin, coordenador do portfólio de Transportes no iCS e coordenador-executivo da PNME, a falta de competitividade é um fator que ainda dificulta o crescimento da eletrificação no mercado brasileiro. “Temos o desafio aqui de mudar a lógica do mercado. Em outros países as montadoras já estão olhando para esse futuro, mas aqui a discussão é tímida. Precisamos focar na transição do veículo movido por combustíveis fósseis para o de zero emissões. O Brasil tem que olhar para a economia do futuro, que com certeza não é baseada nos veículos movidos a combustíveis fósseis”, completou.

SERVIÇO

1ª Conferência da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica

Data: dias 16, 17, 18 e 19 de novembro de 2020 (segunda a quinta)

Formato: 100% digital

Inscrições gratuitas: https://evento.pnme.org.br/inscricao/

Promoção: Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica – PNME

Organização: Necta – www.nectainova.com.br

Mais informações: https://evento.pnme.org.br/

O credenciamento imprensa está disponível em: https://evento.pnme.org.br/credenciamento-imprensa/

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ABVE lamenta morte da ciclista Marina Harkot e pede mais segurança

Para Associação Brasileira do Veículo Elétrico, responsabilidade no trânsito é tarefa de todos

A morte trágica da cicloativista Marina Harkot no último dia 8/11, numa conhecida avenida de São Paulo, reabre o debate sobre os perigos do trânsito nas cidades brasileiras, especialmente para os modais de transporte mais vulneráveis a acidentes.

Para a Associação Brasileira do Veículo Elétrico, os futuros prefeitos devem dar clara prioridade tanto à segurança dos pedestres quanto dos usuários de veículos levíssimos, como bicicletas, e-bikes, monociclos, patinetes, motocicletas e scooters.

A ABVE defende investimentos em sinalização, iluminação e fiscalização de avenidas, ciclovias e ciclofaixas, mas acima de tudo apoia enfaticamente programas de educação de trânsito para todos os modais de transporte. Esse tema deveria estar no topo da agenda dos candidatos nesta eleição.

IMPRUDÊNCIA

Cabe registrar que, na mesma semana em que Marina foi a vítima indefesa de um motorista de automóvel provavelmente negligente e omisso, começou a circular nas redes sociais um vídeo em que um condutor de monociclo elétrico exibia-se em manobras arriscadas e sem equipamentos de proteção, na Marginal Pinheiros, até desabar no asfalto e quase ser atropelado.

Esse incidente impõe uma reflexão: se as cidades brasileiras podem ser mortais até para os ciclistas mais conscientes e cautelosos, como era o caso de Marina Harkot, não pode haver tolerância com a imprudência por parte dos usuários de veículos levíssimos, que são os maiores interessados na segurança no trânsito.

Não há veículos perigosos em si mesmos; há, sim, infraestrutura de trânsito deficiente e condutores imprudentes. Há os deveres das autoridades e há os deveres de cada motorista. Caminham juntos.

Para a ABVE, é preciso romper com a lógica da violência e do risco impune nas ruas e avenidas– mas essa é uma tarefa de todos. Criar cidades mais amigáveis é obrigação do Poder Público, mas também de cada condutor de veículo de transporte e de todos os cidadãos.

São Paulo, 11 de novembro de 2020

Rui Almeida
Márcio Canzian
Diretoria de Veículos Levíssimos da Associação Brasileira do Veículo Elétrico

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