Uma nova chance aos trólebus?
A previsão é que 140 novos veículos com tração elétrica entrem em operação nos próximos anos na capital paulista
24/08/08 – Antonio Ferro
A encarroçadora catarinense Busscar é a responsável pelo fornecimento de um lote com 10 unidades do trólebus de última geração para a cidade de São Paulo. Esse novo veículo, desenvolvido em conjunto com a empresa WEG, que produziu o sistema de tração, é o primeiro a adotar a corrente alternada em sua tração, o que proporcionou o uso de um motor elétrico menor e com maior potência. Um software que gerencia eletronicamente, através da pré-programação, as condições de uso do veículo também faz parte do pacote tecnológico agregado ao novo trólebus.
Os novos trólebus, que terão piso baixo e 13,20 m de comprimento, irão operar pela concessionária Himalaia na região leste de São Paulo. A previsão é que 140 novos veículos com tração elétrica entrem em operação nos próximos anos na capital paulista.
A previsão é que 140 novos veículos com tração elétrica entrem em operação nos próximos anos na capital paulista
24/08/08 – Antonio Ferro
Parece que sim, em resposta a pergunta tema deste artigo. Afinal, nada melhor para transformar a paisagem de uma cidade com alto índice de poluição o uso massivo de trólebus. Congruente com o ambiente das urbes, o veículo é uma resposta mais do que clara para aqueles que procuram soluções viáveis e até mesmo chifres em cabeças de cavalos. Como unicórnio é um personagem encontrado apenas em lendas, podemos ficar com a realidade do trólebus.








